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A Sensação do Carnaval 2026

Aparência lembra um salgado frito e a masa um crepe comum, mas quem faz garante que não é nenhum dos dois

Felipa Velasques começou a vender hot dog coreano pelo sucesso nas redes (Foto: Juliano Almeida)

O hype do hot dog coreano saiu das redes sociais e ganhou espaço nas ruas durante o Carnaval. Apesar de parecer um salgado frito normal, quem faz garante que a massa é diferente. Muitos que veem pela primeira vez também associam ao crepe empanado, mas Felipa Velasques, de 47 anos assegura que embora parecido, é diferente.  Ela comemora a aposta certeira que teve há 1 ano e de ter levado  este ano o “coreano”, como ela diz, para a folia da Esplanada.

Felipa Velasques, de 47 anos, transformou seu negócio de cachorro-quente ao incluir a versão coreana do lanche, que viralizou nas redes sociais. Vendendo em média 40 unidades por noite durante o Carnaval na Esplanada, ela oferece opções com presunto e queijo ou cheddar, a preços entre R$ 12 e R$ 15. Doméstica há 7 anos, Felipa mantém seu trailer nos altos da Avenida Afonso Pena, em Campo Grande, onde trabalha das 17h à meia-noite. Apesar do sucesso do novo produto, ela não pretende abandonar seu emprego principal, considerando o trailer uma importante fonte de renda extra.

Acostumada a vender cachorro-quente tradicional, ela decidiu inovar na versão asiática e diz que a aceitação tem surpreendido. São, em média, 40 unidades vendidas por noite. A novidade mistura a massa caseira frita no palito com recheios de presunto, queijo ou cheddar e tem atraído principalmente o público jovem.

"Hypado" nas redes, hot dog coreano foi salvação de Felipa no Carnaval
Massa parece de crepe mas não é, parece salgado frito mas também é diferente, explica Felipa (Foto: Julino Almeida)

“Eu já trabalhava com cachorro quente normal no ano passado, mas esse ano o público está adorando. É uma massa que lembra crepe, mas não é. Aprendi a receita na internet e essa renda extra está sendo muito boa”, conta.

Felipa mantém um trailer nos altos da Avenida Afonso Pena há 3 anos e incluiu o cachorro-quente coreano no cardápio no ano passado. Depois que o lanche começou a viralizar, segundo ela, o movimento deste ano superou as expectativas.

“Já trabalhei em outros anos, mas nada como agora. Comecei porque vi que estava fazendo sucesso na internet e resolvi testar”.

"Hypado" nas redes, hot dog coreano foi salvação de Felipa no Carnaval
No Carnaval felipa vendeu, em média, 40 hot dogs coreanos por dia (Foto: Natália Olliver)

Apesar do bom retorno financeiro, Felipa mantém os pés no chão. Doméstica há 7 anos, ela não pretende abandonar a profissão. “Tenho patrões muito bons. O trailer é uma renda extra que ajuda bastante.”

No cardápio, os preços variam: o de presunto e queijo custa R$ 12, o de cheddar sai por R$ 15, e há ainda a opção só de queijo que ela não levou para a folia, mas vende no trailer.

Felipa faz dupla jornada; trabalha em dois empregos: de dia na limpeza e à noite no trailer, mas não deixa de sorrir. Para ela, a cozinha tem sido um relaxamento, de certa forma.

"Hypado" nas redes, hot dog coreano foi salvação de Felipa no Carnaval
Felipa é doméstica e tem trailer nos altos da Avenida Afondo Pena (Foto: Julino Almeida)

Fora do Carnaval o trailer funciona das 17h à 00h, nos altos da Avenida Afonso Pena, próximo ao Biopaqrue Pantanal. O ponto tem atraído quem quer experimentar a tendência que saiu do feed para a vida real.

Campo Grande News

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